"É preciso haver fome do pobre para se gozar bem da riqueza."

"É preciso haver fome do pobre para se gozar bem da riqueza."
Banqueiros genocida"É preciso haver fome do pobre para se gozar bem da riqueza."

sábado, 27 de novembro de 2010

Um resumo das dúvidas em relação ao atentado "O mega sacrifício "

A verdade está lá fora

Existem diversos questionamentos à "verdade oficial" do governo dos EUA e da mídia. Vamos a eles:

A família Bin Laden tem estreitos laços comerciais com os Bush
(…)A relação entre a família Bush e pessoas próximas a ela, com membros de eminentes famílias da Arábia Saudíta (incluindo a família de Bin Laden) em uma relação que se estende durante mais de trinta anos, assim como a evacuação de familiares de Osama bin Laden organizada pelo governo de George W. Bush depois dos ataques de 11 de setembro.
Fonte: Wikipédia

Apesar das fatalidades, os EUA se beneficiaram dos atentados ao utilizá-los como justificativa invadir o Afeganistão e o Iraque
A guerra com o Afeganistão não teria como principal objetivo capturar os líderes da Al Qaeda e sim favorecer a construção de um oleoduto, e o Iraque não era no momento da invasão uma ameaça real para Estados Unidos senão uma fonte potencial de benefícios para as empresas norte-americanas. Fonte: Wikipedia
O governo Bush arquitetou e colaborou com os atentados?


Esta teoria vai além da anterior, afirmando que foi o próprio governo estadunidense que realizou os atentados. Os benefícios trazidos pelo 11 de Setembro para Bush e seus comparsas foi muito maior do que os danos “colaterais”.

Na época, Bush estava com a popularidade baixa. Os ataques elevaram consideravelmente seu índice de popularidade, favorecendo inclusive a sua reeleição. Além disso, o Secretário de Defesa de Bush era ninguém menos que o
famigerado Donald Rumsfeld, aquele sacana dono do Tamiflu.

Isso sem falar que a família Bush concentra boa parte de seus investimentos na indústria petrolífera, a maior beneficiada pelas “conquistas” do Afeganistão e do Iraque.

De acordo com uma pesquisa da universidade de Ohio, nos EUA,
36% dos americanos acreditam que o governo participou dos atentados ou que sabia dos planos terroristas e decidiu não agir, um número impressionantemente alto dado a gravidade da acusação.


O Pentágono foi atingido por um míssil ou carro bomba ?

Não foram encotrados destroços de aeronave no local. Não há vestigio das asas do avião. No prédio ficou apenas um pequeno buraco de 20m de diâmetro. Isso seria muito pouco estrago, se foi realmente causado por um Boeing de 100 toneladas caindo a 400km/h.
As Torres Gêmeas não caíram, foram demolidas

Quem já assistiu alguma demolição controlada deve ter percebido a semelhança com a queda do World Trade Center. Será que aquilo aconteceu por conta dos aviões mesmo? Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência.

Outros acontecimentos "semelhantes"

Assim, como os EUA podem ter "provocado" os ataques terroristas de 11 de Setembro, existem outras histórias famosas como esta. Na Alemanha, em 1933, o edifício do parlamento (Reichstag,) sofre um incêndio. Este incêndio foi rapidamente atribuído aos comunistas, e usado como desculpa pelos nazistas para fechar os escritórios do partido comunista alemão, banir sua imprensa e encarcerar seus líderes.

Além disso, Hitler convenceu o Presidente von Hindenburg a assinar o "Decreto de incêndio do Reichstag", abolindo grande parte dos direitos da constituição de 1919 da República de Weimar. Um outro decreto permitiu a detenção preventiva de todos os deputados comunistas, entre diversos outros membros do mundo político alemão.

No Brasil, em 1981, no final da ditadura militar, ocorreu o episódio do atentado do Riocentro. O governo militar planejou explodir duas bombas e colocar a culpa nos grupos de esquerda, na tentativa de impedir o processo de abertura política.

Uma das bombas explodiu antes do tempo, dentro do carro dos terroristas, matando um sargento e ferindo gravemente um capitão. Os envolvidos confessaram a conspiração mas o governo militar nunca admitiu participação oficial no episódio.



Outro dado curioso:
Atualmente, um dos irmãos menores de Osama bin Laden, está por concluir seus estudos na escola de leis de Harvard, em Boston, onde tem vivido por 5 anos. Por certo que de Boston, partiram os 2 aviões que derrubaram as torres gêmeas.

Novas imagens de 11/9 ataques planejado pelo governo americano

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O mártirio de um cristão acaba com a matança do coliseu.

A primeira parte do sangrento espetáculo havia terminado; os corpos dos mortos tinham sido arrastados fora com ganchos, e a arena avermelhada tinha sido coberta com uma nova camada, limpa. Depois disto, se abriram os portões na parede da arena, e saíram um número de homens altos, galhardos, na flor da juventude e força. Alguns levavam espadas, outros tridentes e redes. deram um volta em volta da parede e, detendo-se diante do imperador, levantaram suas armas estendendo o braço, e com uma só voz lançaram sua saudação: "Ave, Caesar! Morituri te salutant!" ("Ave, César! Os que vão morrer te saúdam!").
Recomeçaram os combates; os gladiadores com redes tentavam capturar os que tinham espadas, e quando isso acontecia davam morte, implacáveis, a seus antagonistas com o tridente. Quando um gladiador tinha ferido seu adversário e este jazia impotente a seus pés, olhava para os anelantes rostos dos espectadores e gritava: "Hoc habet!" ("O tem!"), e esperava o capricho dos espectadores para matar ou deixar com vida.
Se os espectadores estendiam suas mãos com o polegar para acima, o vencido era tirado dali para se recuperar, se possível, de suas feridas. Mas se mostravam o fatal sinal de "polegar para abaixo", o vencido devia ser morto; e se este demonstrava má disposição para apresentar o pescoço para o golpe de graça, se gritava o escárnio desde as galerias: "Recipe ferrum!" ("Recebe o ferro!"). Pessoas privilegiadas dentre a audiência incluso desciam até a arena, para poder contemplar melhor os estertores de alguma vítima incomumente valorosa, antes que seu corpo fosse arrastado para a porta dos mortos.
O espetáculo prosseguia. Muitos tinham sido mortos, e a plebe, excitada até o máximo pelo valor desesperado dos que continuavam lutando, gritava suas aclamações. Porém, de repente houve uma interrupção. Uma figura vestida rusticamente apareceu por um momento entre a audiência, e depois pulou atrevidamente na arena. Viu-se que era um homem de aspecto rude, porém impressionante, com a cabeça descoberta e o rosto queimado pelo sol. Sem duvidar um instante, dirigiu-se a um dos gladiadores travados numa luta de vida ou morte, e colocando as mãos acima de um deles o repreendeu duramente por derramar sangue inocente; e depois, voltando-se para os milhares de rostos irados que o olhavam, dirigiu-se a eles com uma voz solene e grave que ressoou através do profundo recinto. Estas foram suas palavras: "Não correspondais a misericórdia de Deus afastando de vós as espadas de vossos inimigos, fazendo-os assassinar-se uns a outros!"
Uns enfurecidos clamores e gritos pronto apagaram sua voz: "Este não é um lugar para predicar! As antigas costumes de Roma devem ser observadas! Avante, gladiadores!" empurrando a um lado o estranho, os gladiadores haviam-se atacado de novo, mas o homem se manteve no meio, afastando-os. E tratando em vão de fazer-se ouvir. Então o clamor se transformou em "Sedição! Sedição! Fora com ele!"; e os gladiadores, enfurecido ante a interferência de um estranho, o traspassaram, matando-o no ato. Também caíram acima dele pedras o um monte de objetos que lhe foram lançados pelos furioso público, e assim morreu em meio da arena.
Seu hábito mostrava que se tratava de um dos eremitas que se entregavam a uma vida santa de oração e abnegação, e que eram reverenciados incluso pelos irreflexivos romanos tão amantes dos combates. Os poucos que o conheciam disseram como tinha vindo dos desertos da Ásia em peregrinação, para visitar as igrejas e guardar o Natal em Roma; sabiam que era um homem santo, e que seu nome era Telêmaco —nada mais. Seu espírito tinha-se sacudido ante o espetáculo dos milhares que se congregavam para ver como uns homens se matavam entre si, e em seu zelo simples tinha tentado convencê-los da crueldade e maldade de sua conduta. Morreu, porém não em vão. Sua obra fica cumprida no momento em que foi abatido, porque o choque de tal morte diante de seus olhos mexeu nos corações da gente: viram o aspecto repulsivo do vício favorito ao que tinham-se entregado; e desde o dia em que Telêmaco caiu morto no Coliseo, jamais voltou a celebrar-se ali nenhum combate de gladiadores. o Livro dos mártires

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

José serra maçonico cara de pau.


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Com 0,2% da riqueza da elite global acabaria com a pobleza

videoAcredito que a repulsa e o desprezo sentido por muitas pessoas, das classes altas, pelos mais pobres e pelos miseráveis da sociedade, tem origem, na maior parte das vezes, na percepção inconsciente da própria responsabilidade, diante de existências que acusam e revelam seu egoísmo, sua arrogância – e sua indiferença.

É da consciência incomodada, unida com o apego aos privilégios, que parte a discriminação, a inferiorização dos pobres. Cria-se um sentimento de superioridade humano, com base em referências sociais, e acredita-se (voluntariamente) que a miséria e a pobreza são males inevitáveis e que a “culpa”, em grande parte, é dos próprios pobres e miseráveis. Eles não se esforçam, são vagabundos e não querem nada.

Essa “superioridade” é plenamente "justificada", diante da visão superficial, pela educação mais refinada, qualificada, por um padrão de consumo bem acima da maioria, pelo acesso a um volume de informações exageradamente superior e inúmeras outras facilidades, condições restritas a minorias tanto menores quanto mais altos forem os padrões. E se confirma de forma irônica, pela necessidade que há de serviçais para manutenção desses padrões. Ao invés de perceber a fragilidade e dependência expostas, prefere-se distorcer a realidade e apresentar a exploração do trabalho mal pago como um “benefício”, o fato de “oferecer empregos”. Esconde-se a dependência e a fragilidade, maquiada, é apresentada como fortaleza – “eu pago!”
Eduardo Marinho obsevar e absover.